Que secura! Que arrogância! Achas mesmo que eu quero saber de ti assim? Preferes nadar com os pensamentos longos num mar profundo, ou tossir com a secura do pó?! Podes ler muito, mas nunca saberás o que é ter o sangue a fervilhar com tanta vontade de escrever. Nunca sentirás como eu, mas mereces. Fora. Não danço mais contigo, nem teclo, nem sequer te dirijo olhar. Desprezo. Adeus! Nem mereces tampouco que eu me despeça de ti. Cultura? Usa-a para pegar na enxada e põe-te a cavar!
Eli
:)

