Quando abria a minha janela, os troncos das árvores invadiam-me a liberdade ficando impávidos, enquanto as folhas se agitavam perturbando-me a alma.


Os sonhos embaciaram o vidro, voei para longe, levando comigo onde escrevesse.


Rasguei o destino.


A tua leitura é um lar para esta ténue alma de Nómada.

Sábado, Novembro 12, 2011

Química


Gostava de saber explicar... ou talvez não. Se o explicasse bem, complicaria ainda mais, pois sairía desconfida e com sede de vingança. Assim, abstraí-me. Pensas que não, mas sim, abstraí-me, de uma forma minha, só minha, incompreensível, tal como toda eu. Usaste aquela palavra que não ousei proclamar jamais. Amor?! Não, que tal falsidade me deparei. Mas, o toque, a comunicação pele a pele. Como poderia incompreendê-la... como poderia aceitá-la?! Um convite objectivo, outro e outro mais se seguem numa realidade clara, com umas tantas semelhanças. Bebo um trago de cada vez, minha alma saciou num momento. Voltei.

Eli

:)

4 comentário(s):

mfc disse...

Que bom conseguires trazer de novo um sorriso.
Beijos.

Eli disse...

mfc

Nem que seja por uns instantes.

:)

Manuel Luis disse...

Sempre consegues! Eu tenho a certeza.
A vingança, deve ser o pior sentimento! Esquece.
Amar é ficar com pele de galinha.

Eli disse...

Manuel Luís

E se for fugaz?!