Agora nem nómada, nem emigrante.


quarta-feira, março 06, 2013

Dilema




Calo a novela e penso no momento em que te vou ver. Inalo música pelos ouvidos com uma necessidade bruta de escrever. Preciso que as poesias me fluam em prosa para que faça valer nos meus objetivos. Há dias, senti-me numa encruzilhada. Tive que escolher entre os meus amigos e eu. O pior, aqui, é que penso que eles não me escolheriam a mim. Aqueles amigos que são como se fossem família, que são mesmo uns primos ou mais do que isso acabam por se render à distância e deixar-me sempre permanecer no longe que onde me encontrei. Preferia não ter que o fazer tantas vezes, mas é mesmo assim. Tal e qual, eu, a nómada, viajante... sei lá. Lê-me. Leiam-me. É pedir muito?! Já não peço que me amem, porque sei que o fazem. Só que não é nem nunca irá ser de uma forma incondicional. Algum dia darão o verdadeiro valor ao facto de eu ser uma mulher em todo o meu explendor?! Não, não quero respostas, tampouco as procuro. Mas, por vezes, gostava que me vissem por dentro das veias, me vissem mesmo sem serem aqueles que observamm de longe com medo de tocar. Preciso-vos. Anseio-vos. Não se afastem mais. Eu prometo que fico. Vou ficar. Sério. Optei por vós. Quero sempre ter-vos.

Eli

9 comentários:

Buxexinhas disse...

Oh minha Eli... :) Tu és uma força das Palavras... As pessoas lêem-te mesmo sem te aperceberes... Por isso te Amam. :) Beijinho grandão

SuperSónica disse...

E nós precisamos de ti!

Gonçalo disse...

Surpreendeste-me. És mais altruísta do que imaginava. Parabéns :)

Emilie disse...

Bonito! :)

Mary Brown disse...

Um dilema que o tempo vai desfazer. Beijinhos

Nelson Rocha disse...

E no fim do dia por mais que tentasses não conseguisses tu ler-te?,

cumprimentos,
NR

Eli disse...

Emilie

Obrigada! :)

Eli disse...

Mary Brown

Infelizmente, nunca saberemos como seria se tivéssemos optado de outra forma.

Eli disse...

Nelson

Conseguir, consigo, mas mesmo assim, ainda tenho dúvidas!