Agora nem nómada, nem emigrante.


terça-feira, maio 03, 2016

Atenção



Mas por que razão teria que permanecer naquele caminho branco sem palavras que o riscassem. Só queria que ele fosse riscado o mais depressa para perceber se me deitaria nas barbas do gentil jovem. Há agora uma data como já houve dantes e eu sempre soube que ela não significaria nada para a distância que me detém. Só quero mudar mais uma vez, sem puxar o fio do tempo, iria lá, já que ele não aqui. Coisas parcas, palavras dúbias, ideias sóbrias e sonolentas. Mas que acordar escasso, que desporto fanático, que coisa nenhuma me colocaste nas mãos de um ditongo parco. Sem entendimento, sem voz, entendo a razão da fuga da música porque de racional não teria grande coisa. Agora, sai um poema ajudado, uma coisa nenhuma nesta terra quente de onde não saio.

Eli

2 comentários:

Jorge disse...

Eli,

Brevemente estarei de volta!

:)))

Eli disse...

:)