Agora nem nómada, nem emigrante.


terça-feira, maio 16, 2006

Regressos


Não me tenho atirado por abismos

Não tenho recorrido aos nervos para me vestir

Pois a ansiedade esteve dentro de mim

E o negro foi morar num barco a partir

.

Vou pôr a música alta e gritar como quem sente
Vou subir montanhas e não me afectar pela altitude
Quero que desças cá abaixo e me olhes de frente
Sem esperar que esperes de mim, magnitude.

Eli

:)

35 comentários:

little_blue_sheep disse...

bonito!

Magalhães disse...

Amiga, fantastico...
Bjs saudosos

Clife disse...

Ca fou? Que tu tem? :hug: *

Bel disse...

Gostei do poema! Todos nós de vez em quando sentimo nos a cair para um abismo mas o importante é nao cair.
boa semana

Sea disse...

:) mesmo Eli, Um beijo

Dani disse...

E isso aí em baixo não é muito frio? :)

Beijos

Marilia disse...

Belos poemas
Um abraço
Marilia

Monique Mendes disse...

Muito bonito, sem duvida!
beijo

Santinha disse...

:):)

Apeles_E disse...

"E o negro foi morar num barco a partir"

lindíssimo. lembrei-me por momentos do "barco negro" divinamente cantado pela amália.

*

Siamese Master disse...

Dont't be frustaded...
Inovate...

BÓLICE disse...

É'li...
e intÉ

girassol disse...

É na magnitude, na plenitude de ti que enfrentas o abismo, e o superas... Grita! se, para sentires, precisares...

Beijo

Luis Carlos disse...

MUITO BONITO.

Continua....

MiguelGomes disse...

Que sejamos sempre nós próprios...

Obrigado pelo comentário no meu blog. Coloquei um link para o teu blog :)

Fica bem,
Miguel

Nuno Filipe Silva disse...

Eu espero de ti essa grandeza de não te ver partir, ouso essa exactidão, esse olhar escondido a traz de um belo sorriso plantado

Deixo-te um Sopro

Who disse...

Pôe a música alta e grita e sobe montanhas... e escuta-Me!...

Amaral disse...

Regressos em "não", envoltos nos desejos de ser mais e melhor. Subindo e descendo, na unidade e no querer, há que esperar a magnitude dum olhar leal, cheio e desenvolto…

Isa Calixto disse...

Escuta a Voz lá na altitude...e desce, desce para a tua linda atitude, para poderes subir de novo, com a mais plena magnitude.

Obrigada pelo sorriso no meu espaço.

Ana Maria disse...

Sem dúvida este poema é um grito bonito que se interroga e confronta com o contexto.

parabéns

alice disse...

querida eli,

obrigada pela tua última visita

gostei de te receber no novo blog

aproveito para agradecer o teu link, que podes actualizar se quizeres

ah, e adorei este um post ;)

muitos beijinhos,

alice

Sea disse...

:)

JL disse...

O poema é bonito. Também eu, me lembrei do barco negro!

mixtu disse...

não espero de ti tal cosa e vou olhar-te de frente,
por otras palabras... muy bonita, como siempre, muy bonito,
besitos de un leitor, yaya

Musician disse...

Vive a vida intensamente, segue sempre o teu coraçao :)
Beijinho*

Daniel Aladiah disse...

Querida Eli
Pede tudo e talvez quase tudo se te dê...
Um beijo
Daniel

as velas ardem ate ao fim disse...

Grita faz bem à alma!

Salvador disse...

Bom, muito bom

Corvo Negro disse...

Sabes Eli, sabe bem sentir a espontaneadade do teu fluir... ora verso ora adverso e... desta vez sem (...)!
:)

GNM disse...

Gosto tanto de ti!

Kalinka disse...

Olá
A tua poesia é linda, mas os meus pensamentos são mesmo opostos a tudo o que escreveste:
Só me apetece atirar de um abismo,
Tenho nervos para tudo, vestir, calçar, comer, andar, sair, ouvir barulho...Porque a ansiedade está dentro de mim...
é esse o meu problema!!!
Beijokas.

Anónimo disse...

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Um outro olhar disse...

faz isso
faz o que sentes

:)

Anónimo disse...

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