Agora nem nómada, nem emigrante.


terça-feira, dezembro 05, 2006

Era só...

Era só...
...um pedacinho.
Era só um pedaço de mim com alma a sentir.
Era uma pequena parte
Não se ouvia banda sonora no ar, mas eu ouvia-a
Os sons da minha respiração não entravam nos meus ouvidos.

Sou só...
...uma ínfima parte - reduzidíssima - do que poderia ser
Mas não me avalio em potencial
Se não há obra feita que o possa comprovar

Não há danças
Nem cartas
Nem surpresas

E perco-me no medo de ferir algo que me semeia com água e sal.
Colhes-me.
Esperas tributos de mim... Ou não?!

São só umas notas de conforto
E quero estar "sim"

Eli

:)

(Imagem de Eli.)

10 comentários:

Anónimo disse...

Senti uma vontade enorme de comentar,como se fosse a mim que me fosse colocada a dúvida deste sentir...resisto?
É que não podia escrever só isto"...a grande riqueza de se ser feliz é não esperar mais do que te gostem como és sem modelos; que amar é tanto uma vontade feita de instinto e razão..."pois,eu não ia escrever isto,faria sentido?
Gosto de te ler,beijinho,bom dia!
M

Clife disse...
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butterfly disse...

Falta-me inspiração para soltar algumas palavras por aqui...mas nós somos sempre algo menos do que poderiamos ser...no entanto isso pode sempre ser melhorado...mas nunca avaliado...
Gostei de te ler,após uma ausencia minha...noto a mesma qualidade e isso agrada-me muito!! :)
Muitos beijinhos!!

Clife disse...
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Clife disse...

Estou sem jeito para as palavras...

mas estou... aqui,

Um abraço!

mfc disse...

O pedaço de nós é o nosso todo!

filos disse...

*

Miguel... disse...

Continuo a gostar mt das fotos...

Carla disse...

"Um dia adormecerei eu toda inteira
Deixarei esta vigília permanente
Ficarão fora de mim aqueles sentidos
Que me enchem de vazios e silêncios"


:)

horacio disse...

Muito bonito... no mínimo...