Agora nem nómada, nem emigrante.


quarta-feira, dezembro 19, 2007

Simplesmente montanha

Nascendo lá longe,
Atrás da última montanha
Está uma gruta malvada
Gemendo um trovão em cada entranha
.
Lá, onde já espreitei,
Mas onde nunca permaneci
Murmura um sonho
E um anjo sorri
.
Onde quer que seja
O meu pensamento
Vai onde
Não existe tormento
.
Tal modo de existir
Uma manhã após um sonho
E o calor prometido
Tanto medonho...!
.
E porquê permanecer?!
Numa tábua de escassear
Para me render
A esta vontade de saltar!...
.
Eli
.
:)
.
P.S. Imagem de Eli!!!

9 comentários:

João C. Santos disse...

Desejo de Boas Festas

Nilson Barcelli disse...

Já há muito tempo que não vinha aqui.
Verifico que estás a escrever muitíssimo bem, este poema é excelente (tal como outros que li).
Boas Festas para ti.
Beijinhos.

Desambientado disse...

Há brilho nos pinheiros,
Como candeeiros,
Para imitar as estrelas,
As cores não são delas:
São escapadelas,
Fugazes e belas.
Que tragam:
Um Feliz Natal
Descomunal…

Félix

Tó-Zé disse...

lindo poema..

Bom Natal..
Beijinho natalicio

Nelsinho disse...

Os caminhos têm sido difíceis, se é que algum dia foram fáceis...

Um beijo
Feliz Natal

Nilson Barcelli disse...

Boa semana para ti.
Beijinhos.

mixtu disse...

salta...
nem que seja ao jogo do elástico...

abrazo europeo

barb michelen disse...

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Rafeiro Perfumado disse...

Não existe uma "última montanha". Para outra pessoa, será simplesmente a primeira de muitas.

Esta foi profunda, vou reflectir a ver se tem algum significado prático! ;)