Agora nem nómada, nem emigrante.


sábado, dezembro 29, 2007

Turbilhão

Talvez a perspectiva seja outra, mas a ideia de tranaforma-te nisto, era simplesmente um segredo revelado.
Sorrisos gozadores de sentimentos nunca recíprocos...
Homens que vislumbram uma imagem mais de palavras minhas, que se transformam em vãs e incapacitadas.
Idades que já viveram e que deixaram a marca da aprendizagem extremamente vincada em tijolos luxuosos.
Mais uma vez, me deleito em sentimentos apenas meus, sem força, sem ânimo, apenas os sinto intimamente como um desejo reprimido e um toque eternamente proibido.
Não me deixo envolver em tempestades pouco promissoras.
Apenas eu me vejo comigo em futuros de paz e duradouros de sorrisos felizes.
Quem sabe a neve chega e o frio vem explicar-me a ternura do pequeno ambiente que deixo quente, como se o lugar de Jesus se tratasse.

Eli

:)

9 comentários:

Daniel Aladiah disse...

Quem sabe o ano novo não te traz todo um nvo conjunto de sorrisos... :)
Um beijo
Daniel

Tó-Zé disse...

Que o ano novo te traga tudo de bom

Obriagdo por este ano partilhares este blog.
Beijinho

Amaral disse...

É bom o sentimento sereno de paz!
Porque não te deixas envolver em tempestades inúteis, porque te vês em futuros felizes, porque te deleitas em sentimentos íntimos que te pertencem!
Com ternura, deixo-te um desejo:
Para ti, Eli, desejo que este ano de 2008 te traga tudo de bom e embeleze a tua vida com aquilo que mais desejares!
Feliz 2008!!!

João Mãos de Tesoura disse...

Um ano cheio de tudo, turbilhões, calmias e contemplações! :)

Beijinhos

Apenas eu disse...

Feliz 2008
:)

Nilson Barcelli disse...

A propósito deste teu belíssimo texto, deixo-te um pobre poema que escrevi há tempos:

Não viajo a tropeçar
por caminhos impossíveis,
não me entretenho airoso
a escorregar no gelo
de mares amedrontados,
nem me sonho a remar
por desertos com dunas
perdidas nos pés descalços
a escaldar de dúvidas.
Não luto por causas
que penso perdidas,
não entro em duelos de morte
para um dos contendores,
nem durmo em oásis de verdade
condenados ao fracasso.
Por isso,
não sei o que me rasga
e sacode a minha paz,
o que me atordoa e conduz
à tua mão envolvente,
por que te avisto verde-claro
ao mais brando respirar.
Apenas sei
que vem um dardo de ti
que me invade a cada aceno,
que me enlouquece de luz
à lembrança do teu nome,
que me fere de prazer
a cada beijo imaginado.

Só pode ser o dardo, esse parvo,
a vir de ti envenenado…


Beijinhos.

Nelsinho disse...

Elinda,

Este ano será muito especial para a realização dos teus anseios...Eu acredito!

Beijos

PoesiaMGD disse...

Quem sabe...
Um abraço

Gonçalo disse...

Chegará o dia em que os tijolos luxuosos da idade abram uma brecha e mostrem que a maior luz que existe no mundo está em ti, e essa luz chama-se amor. O amor diferente de tempestades pouco promissoras ou sentimentos tão desejados como não correspondidos, mas o verdadeiro amor, a tua essência, aquele que te levará às diferentes formas de amor.
Um beijinho grande para ti;)