Agora nem nómada, nem emigrante.


sexta-feira, junho 29, 2012

Sofrimentos Alheios



Às vezes temos problemas que pensamos que são só nossos e que só acontecem a nós, que as outras pessoas, na sua maioria, têm as coisas controladas e só a nós tudo parece uma bola de neve que nunca tem fim.

Um dia, contas um bocadinho da tua história e apercebes-te que há pessoas em tão má situação que tu, ou ainda pior conjuntura...

Enfim, estou com um nó no estômago como já não estava há muito...

Eli

11 comentários:

SONINHA disse...

Olá,Eli,Boa tarde!!
Sim,se olharmos pra trás, iremos perceber que tem pessoas com problemas maiores que os nossos!!!
Deixe Deus te ajudar!!Ore!!
E serás abençoada!!
Beijos no coração.
Soninha.

mfc disse...

É verdade... a realidade choca-nos as mais das vezes!

Beijos por seres assim.

O sonhador disse...

Bem, eu não diria que pense que ninguém tem os mesmos problemas que nós. Infelizmente, mesmo quando não queremos alastrar os nossos problemas para outras pessoas (principalmente as que nos são mais próximas), isso não está nas nossas mãos e acaba por acontecer.. :S
Os nós no estomago são uma bela chatice =(

Eli disse...

SONINHA

Olá! Eu sei que existem pessoas com problemas terrivelmente maiores, mas do mesmo género e quase iguais é que não é f´cail descobri-los, porque as pessoas fecham-se (eu inclusive).

Eli disse...

mfc

Porque é a nossa também.

Eli disse...

O sonhador

Creio que esse "alastrar" que falaste não tem a ver com colocá-los nos outros, mas sim partilhá-los. Partilhar com uma pessoa de confiança (ou várias, uma de cada vez) é imensamente libertador e não se trata de "carregar" alguém com isso.

Ciara disse...

Essa sensação de nó que até parece que nos torna.. nem sei.. Irrequitos, de alguma forma incompletos.. Estranhos..

Eli disse...

Ciara

Sim, essa sensação... por vezes parece que nem é nossa, mas instala-se por sengundos em nós.

James Dillon disse...

Eu não tenho problemas, tenho situações que aparentam problemáticas, pois por mais tempestuosas que aparentem somente necessito de colocá-las em perspectiva com todo um bordado social que me cerca para perceber o quão pequenos são na verdade, em toda a medida, se ao acordar vestisse na minha cama de tamanho real, num qualquer pijama de cetim importado acendesse um cigarro especialmente enrolado por mulheres cubanas de tez carregada especialmente para mim abrir a porta e galgar caminhos semelhantes a ontem não teria metade do encanto,


ou será uma mera desculpa que dou a mim mesmo para continuar quando me apetece rebolar no chão e ladrar sem medo do pensamento alheio?,


cumprimentos,
JD

James Dillon disse...

P.S., estou ainda meio a dormir e aparentemente comi metade da pontuação no meu comentário anterior,

:)

Eli disse...

James Dillon

Em primeiro lugar, nem reparei na pontuação, ou na falta dela.

Depois, só poderei dizer que pensei nisso, de quem está terrivelmente pior. No entanto, nós vivemos a nossa vida e não a dos outros, por isso é da nossa que falamos...