Agora nem nómada, nem emigrante.


quinta-feira, março 14, 2013

Meio da vida


Sinto-me a meio da minha vida. Não sei explicar porquê, mas parece que sei isto de mim, como sei de outras coisas. Nem sequer quereria explicar isto, porque há muitas coisas importantes sem explicação na nossa vida. Todos os anos, por este dia tenho feito um post diferente em que revelo algo de mim, algo mais... desta vez saiu-me isto. O tempo que já vivi é proporcionalmente igual àquele que ainda irei viver e, se for com qualidade, seja assim que já será bastante bom para o que eu tenho visto à minha volta. Viver e morrer faz parte. São coisas tão naturais que são inerentes à nossa existência e esta não caberia se não houvesse este intervalo "contado".

Eli

:)

7 comentários:

Mary Brown disse...

Eli, penso que não me enganei, parabéns.
Acontecia-me, há uns anos largos, quando passava na avenida principal da vila onde vivia que ia ser atropelada aí. A última vez que lá passei já não tive essa sensação. As sensações desaparecem. És demasiado nova para estares no meio da vida. Beijinhos

Eli disse...

Mary Brown

Acertaste! Obrigada!

Olha, as sensações podem ser inspirações, por isso escrevemos do que sentimos, imaginamos, vivemos. Eu não quero morrer. Gosto demasiado de viver para isso, mas também quero viver com qualidade, estar na posse das minhas faculdades... etc. Obrigada pela atenção. :))

Emilie disse...

Ainda não me senti assim... Apenas senti que me movia em câmara lenta, sinto...

Um beijinho*

Scarlet Red disse...

Parabéns!
Pode ser que tenhas razão... pode ser que não... daqui a muitos, muitos anos vamos conferir ;)
Beijinhos

Anónimo disse...
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Nelson Rocha disse...

Alguém menos ligado à mui pulsante boa moral perguntar-te-ia,

- encalhaste?,

*

cumprimentos,
NR

Anónimo disse...
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