Agora nem nómada, nem emigrante.


terça-feira, junho 04, 2013

Da espera, da partida e da fugida

Embalada pelo som da música que me escreve romance, que me manda esperar. Levo-me a passear, finalmente, de comboio. Olho lá para fora, fitando coisas simples, para que me respondam, para que me digam quão mais tenho que esperar. Já aprendi todas essas coisas da vida. Já me descalcei, já me deixei ir, já lutei e também já esperei. Aprender a ter paciência foi algo que a experiência me trouxe, mas por favor, eu pedi assim tanto?! Escusava a Sorte de ser assim tão bravia, de bater à minha porta e fugir. Quando lhe abri a porta, ela fugiu, fugiu, fugiu até mais não me aguentar na corrida. Então resolvi parar. Caminhei durante algum tempo, mas depois reparei que estava completamente sozinha. O.k. partirei mais uma vez. O.k. live me alone, please.

Eli

4 comentários:

Nelson Rocha disse...

Nada, mas mesmo nada como o barulho do silêncio, a sós ou com outros que escutam a mesma cantiga entre os ecos ocos do silêncio,


beijo,
NR

Mary Brown disse...

Eli espero que a próxima vez que abrires a porta a sorte esteja à tua frente. Beijinhos

Eli disse...

Nelson Rocha

Sim, por vezes é tal e qual... mas nem sempre... porque eu quero sempre mais do que a escuridão me dá, por mais que seja inspiradora e assustadora! Os silêncios podem até matar se não forem os desejados. Um dia, talvez te explique melhor, quiçá... entretanto as palavras escritas poderão ter alguma música à mistura. Que tal? :)

Eli disse...

Mary

Que boa imagem essa que me transmitiste. :) Obrigada.