Agora nem nómada, nem emigrante.


segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Desistido


Era uma vez um homem que se sentindo ainda menino, resolveu optar por desistir. Faltavam-lhe as forças para lutar contra intempéries, contra a falta de (quase) tudo aquilo que sempre quis. Só se conseguia lembrar dos erros que tinha cometido e arrependia-se de todos eles. Houve em tempos uma grande necessidade de se compreender, mas agora tudo tinha mudado. Não queria mais lutar. Ia deixar-se afundar lentamente, ou então de uma forma rápida. Nem se importava mais com isso.

Porra! Há tanto em mim, como poderei desistir?!

Dito isto, já tinha desistido, sem ter sido resgatado como sempre tinha pedido. 

Eli

8 comentários:

SuperSónica disse...

Eu costumo dizer que desistir é para os fracos!

Nilson Barcelli disse...

Em muitos casos, desistir é morrer.
Gostei da tua "historinha".
Um beijo, querida amiga Eli.

Por onde andaste? disse...

Depois de ter a corda ao pescoço não há volta a dar (até porque já foi dada).

Mary Brown disse...

Desistir nunca. A nossa vontade muda e o tempo às vezes mostra-nos que há coisas que não merecem que lutemos por elas mas desistir nunca. Beijinhos

Eli disse...

SuperSonica

Depende, mas é preciso lutar antes de mudar a causa da luta!

Eli disse...

Nilson B

Há quem desista e morra por dentro!

Eli disse...

Por onde andaste?

Talvez a corda sirva para trepar a não para prender!

Eli disse...

Mary Brown

Mudemos então a atitude que por vezes basta! :D