Agora nem nómada, nem emigrante.


domingo, abril 26, 2009

Janela


Um pequeno aperto e a impaciência reune as condições favoráveis a mais um acto de mistério. As palavras não são escolhidas e o tema fica-se algures entre o escondido e o desejado. Não posso pedir, não devo exigir, nem quero...
Aguardo que a naturalidade de uma mão persiga a outra sem obrigações, sem pensar em intenções. Viver o momento simplesmente. Não lembrar se é fácil ou difícil, se vai durar pouco ou muito. Ser.
Olhar a janela e perder a noção do tempo é algo semelhante à apatia. Uma comodidade simples mas eficaz no que diz respeito ao equilíbrio.
A vida não se processa fase após fase e todo o conjunto tem um desenvolvimento positivo que encontra amor, pois todo o caminho é feito dele.
Apeteces-me.
Eli

8 comentários:

preto [e] branco disse...

Uma janela que, melhor do que expressa a foto, é impossível não dar asas a um voar com naturalidade.

Acontecer...sem pensar

bj...nho

Nilson Barcelli disse...

Em muitas ocasiões a naturalidade, o deixar que as coisas aconteçam, é a melhor maneira de conseguir o equilíbrio interior.
Principalmente quando se tem a certeza, ou quase, de que vamos ter o que nos apetece...
Gostei do teu texto.
Boa semana, beijos.

Miguel disse...

bem vinda ao Porto então :)

Vieira Calado disse...

Duma janela podemos imaginar muita coisa.

Porque não o amor?


Bjs

Eli disse...

preto [e] branco

Obrigada por teres passado. As tuas palavras vêm sempre a calhar.

:)

Eli disse...

Nilson Barcelli

A naturalidade nem sempre nos é possível... mas no momento saberemos vivenciá-la, ou não!

:)

Eli disse...

Miguel

...seu malandro!

lol
:)

Eli disse...

Vieira Calado

Se perdermos demasiado tempo a olhar pela janela, podemos não reparar na porta que se abre e que está escancarada para... quiçá... the love!

:)