Agora nem nómada, nem emigrante.


sábado, maio 09, 2009

Ansiedade

Nós criamos uma expectativa que advém de estímulos exteriores. Vivo tantos dias sem esperar o que quer que seja de determinadas pessoas, porque não me dão razões para isso. Mas, um dia, tudo muda, os sonhos são activados, os planos criados e a ilusão nasce dia a dia, regada por atitudes e sentimentos.
Um dia, tudo muda. Nós sabíamos que poderia acontecer, mas acreditámos e sentimos algo.
Valerá a pena sentir algo, mesmo que a desilusão esteja subjacente?!
Ou, mais vale sermos racionais e proteger-nos destas situações?!

Eli

9 comentários:

preto [e] branco disse...

Querida Amiga,

Nem de nós, muitas vezes, sabemos o que esperar, e porquê? Porque não nos damos ao prazer de nos conhecermos a nós próprios para, atingirmos a base da nossa alegria de vida.
A partir daqui, tudo vale a pena e, para isso, há a sagrada palavra... Acreditar.

bj...nho

Daniel Aladiah disse...

Querida Eli
Quando o amor é verdade, para quê proteger-nos? Isso pode afastar o amor, o que não quer dizer que ele possa ser nosso...
Um beijo
Daniel

Miguel disse...

eu alinho pelo racionalismo...

Nilson Barcelli disse...

Mais tarde ou mais cedo, as coisas mudam. Sempre.
Por isso vale sempre a pena...
Boa semana querida amiga.
Beijo.

Eli disse...

Onde escrevi "subjacente", devia ter escrito "inerente"!!!

:)

Eli disse...

preto [e] branco

O meu "problema" será por vezes acreditar demais!...

:)

Eli disse...

Daniel Aladiah

Como é que temos a certeza que é de verdade?!

:)

Eli disse...

Miguel

Quando estou "de fora", também o aconselho muitas vezes!...

:)

Eli disse...

Nilson Barcelli

Tens razão! Ainda não tinha decifrado esse ponto de vista assim tão claramente.

:)