Agora nem nómada, nem emigrante.


terça-feira, maio 12, 2009

O céu da tua morada


Olha o céu da tua morada. Um dia, passei lá e fotografei-o. De repente, lembrei-me que existias e fitei o Sol com dois olhos baixos, perdidos no esquecimento. As batidas do coração são como as badaladas do relógio do tempo infinito. Nunca sabemos se baterão a seguir, por isso é melhor viver agora, já.
:)

4 comentários:

preto [e] branco disse...

O que é para ser feito tem de ser imediato. Não há tempo nem para pensar.

bj...nho

Vieira Calado disse...

É melhor!

Obrigado pela visita e palavras deixadas no meu blog.

Bem haja!

Eli disse...

preto [e] branco

Fiz.

lol

:)

Eli disse...

Vieira Calado

:)