Agora nem nómada, nem emigrante.


terça-feira, novembro 29, 2011

Esquecida

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E eis que me aparecem os sorrisos, os tais, aqueles, os sinceros...
... quando mais preciso, neste turbilhão de inércia onde me meto...
... constantemente, sem querer.

Apareceu-me uma réstia de pensar...

Eis que esboço um sorriso a pouco e pouco, aquele que me tem sido desenhado pelas palmas de amigos puros que me dão sem pedir, que me esperam naquela imensidão onde ando perdida sem saber, sem acreditar.

Cheiro as velas da solidão e esqueço-me de mim para não me lembrar do pouco, porque só sei querer o tudo, o tal, o sonho.

Agradeço as boas vindas de todos quantos me fazem sentir viva, eu, precisava, única e especial.

Mas, a vontade passou a pouca e a sensibilidade aguçou-se!

Eli

6 comentários:

mfc disse...

Esquecida?!
Naaaa... tu és uma sortuda!

Gonçalo disse...

Presente! Sempre, ontem, hoje e amanhã!

Aquele abraço XX

:)

Maria Teresa Fheliz Benedito disse...

Olá Eli!

Esquecida não,claro que não.Olhe para dentro de ti e verá que não és esquecida.
Adorei o poema.
Beijos no coração.

Manuel Luis disse...

Por estar a 500km? O meu pensamento transporta-te num segundo e o meu abraço é com o mesmo calor.
Beijo com ternura

mixtu disse...

a sensibilidade acaba sempre por aguçar-se

abrazo serrano

Eli disse...

mfc

Sortuda, porquê? Explica-me.

:)


Gonçalo

Se alguma vez estiveres veradeiramente ausente, levas um estalo para ver se acordas! lol


Maria Teresa Fheliz Benedito

Esquecida? Lembrada? Depende...

Obrigada.

:)


Manuel Luís

Difícil é agradar a todos! lol


Mixtu

Mesmo não querendo, aprendemos sempre...