Agora nem nómada, nem emigrante.


sexta-feira, janeiro 18, 2013

Carruagem


Encontro-me mais ou menos assim... como se de uma espera se tratasse. Sem lentidão ou com ela... tanto faz. Desligo tudo, fico à espera, mas não fico parada. Pode ser que este andamento me dê algum poder de encantamento e finalmente me encontre com uma sorriso eloquente! Preciso muito que este comboio páre para que eu possa entrar na carruagem certa. Não, nunca desistirei, mas também, não forçarei. Hoje, tomei um chá bontito numa carruagem com alguém que me entendeu e me sorriu. Tantas amigas e amigos assim, mas, nada de amor... Melhor sentar-me.

Eli

P.S. Sem grande vontade de escrever...

6 comentários:

Dri disse...

ohhhh..."nada de amor...melhor sentar-me"...tão lindo!
às vezes esperar cansa muito!

Corvo disse...

A mior parte das vezes é quando sem vontade escrevemos "melhor".








Já a eloquência... filha da puta!
É indubitavelmente uma maldita.

Manuel Luis disse...

Se fores colocada no Sul, tens aqui os meus braços abertos.
Que este ano encontres a estação certa e uma carruagem carregada de amor. Não te sentes, continua a ser a Mulher que gostas.
Bj

Eli disse...

Dri

Então, toca a esperar sentada! lol :)

Eli disse...

Corvo

Lá estão... quando as palavras me saem das veias, têm não só outro sabor. Têm sabor. :)

Eli disse...

Manuel Luis

Sabe tão bem um apoio assim. Que conforto! Se for para aí, sabes que não te escapas de um café! :)