Sugestão #2 :
Silêncio - poema
- Shiuuuu! Cala-te...
- Não me quero calar.
- Mas, o teu silêncio encontrar
Uma história irei contar
- Só se for de embalar...
Dorme, pé ante pé
Até encontrar os braços
De um amor tão grande
Que não cabe nas palavras
- Shiuuuu! Adomeceu...
- Ainda não, porque te quero amar.
- Mas, se o silêncio encontrar,
irei confessar...
- Só quando eu acordar...
Abres os olhos, entre os lençóis
É de manhã, há luz
Abraças alguém
que te abraça também.
Eli Rodrigues
P. S. Sugestão de Esmeralda Martins.
(2015.01.26)
Agora nem nómada, nem emigrante.
terça-feira, maio 12, 2015
terça-feira, maio 05, 2015
Desafio dos 10 anos de blogue #1
Sugestão #1 :
Poema sobre o tempo, o ano e o futuro.
Vou-te perguntar
Quanto tempo tem o amor?
Conseguirias descrever,
sorrir, até argumentar...
Mas, enquanto não houvesse calor
Jamais o sentiria
em todo o esplendor
Mais um ano passa, Catarina
Aquele que virá
um sorriso desenhará.
- Futuro, ah futuro
Tanto que te procuro
Quero saber o rapaz
Que será meu bebé!
Futuro, ah futuro
Serei eu capaz
De tudo, sem perder a fé?
Acredito, porque com tua simplicidade,
continuarás a história que não irei escrever
do teu príncipe, majestade
que aguçará a tua força de mulher.
Eli Rodrigues
P. S. Escrito no âmbito da sugestão de Catarina Silva.
(Escrito a 26.01.2015)
Poema sobre o tempo, o ano e o futuro.
Vou-te perguntar
Quanto tempo tem o amor?
Conseguirias descrever,
sorrir, até argumentar...
Mas, enquanto não houvesse calor
Jamais o sentiria
em todo o esplendor
Mais um ano passa, Catarina
Aquele que virá
um sorriso desenhará.
- Futuro, ah futuro
Tanto que te procuro
Quero saber o rapaz
Que será meu bebé!
Futuro, ah futuro
Serei eu capaz
De tudo, sem perder a fé?
Acredito, porque com tua simplicidade,
continuarás a história que não irei escrever
do teu príncipe, majestade
que aguçará a tua força de mulher.
Eli Rodrigues
P. S. Escrito no âmbito da sugestão de Catarina Silva.
(Escrito a 26.01.2015)
Desafio dos 10 anos de blogue
Venho lançar um desafio que é para vós e para mim:
Consiste em (vocês caros leitores) me sugerirem uma ideia para eu vos escrever um texto e publicá-lo aqui.
Como exemplo, começarei por apresentar o que escrevi segundo a seguinte sugestão:
"Poema sobre o tempo, o ano e o futuro."
Deixarei o meu email disponível para que enviem (os desígnios) que vos apetecer.
Ficará sempre à minha consideração, bem como da capacidade e inspiração!
Vénia,
Eli Rodrigues
P. S. Esta é a minha forma de comemorar os 10 anos do blogue. Podem participar!
domingo, abril 19, 2015
10 anos
Este blogue tem um aniversário muito especial hoje...
E vêm aí novidades!
:)
Eli Rodrigues
P. S. Obrigada a quem ainda vem e continua comigo nesta casa.
terça-feira, abril 14, 2015
Sem expetativa
Há quanto tempo não vislumbro capacidades em mim para simplesmente permitir?! Uma questão que nem quero colocar. A paixão vem, vai, foi-se. E eu que fiquei aqui tão tacanha, escondida, redimida, como se não tivesse permissão para amar, como se isso não me fosse acontecer a mim, nunca, como se não tivesse o direito de ser amada. Na verdade, assumi que isso não é para mim, para terminar com qualquer tipo de expetativa. Acho que este local me engole.
Eli
quinta-feira, março 12, 2015
Ir
Sinto-me desmotivada com o trabalho que arranjei (há já bastante tempo, nunca antes tanto tempo seguido). Durante o tempo que me me senti a evoluir, aprendendo mais e fazendo tarefas com mais responsabilidade, foi de alguma forma motivante.
Agora, as chefias têm-me dado outras ordens, quando a minha avaliação é muito positiva.
Sinto-me outra. Não sou mais a mesma quando acordo, porque a instabilidade é tão grande que me desmotiva só saber chegar lá e não saber onde vou estar, o que vou fazer, quando irei ganhar...
E isto é o mundo dos Recibos Verdes (e não só), de não haver quaisquer direitos, apenas deveres.
Qualquer ideia de ir embora seria mais motivadora do que ficar onde estou agora.
Por que é que fico? Porque preciso do dinheiro para sobreviver, pois sem independência ainda seria pior.
Eli
quarta-feira, fevereiro 25, 2015
Texto a Concurso Literário
Boa Noite!
Se ainda vens aqui, é porque tens interesse em ler o que escrevo... :)
Venho sugerir que leias e comentes (na caixa de comentários blogue em questão) o texto que escrevi para um Concurso Literário da Papel D'Arroz Editora.
A ideia será ler o texto "Mulher" e deixar então um comentário - poderá ser como anónimo, que será mais fácil caso não tenhas blogue. (Não te esqueças de assinar.)
Carrega no link para acederes:
http://editorapapel.blogspot.pt/2015/02/mulher-4-concurso-literario-papel.html
Agradeço muito a leitura, assim como o comentário.
Obrigada,
Eli Rodrigues
:)
Se ainda vens aqui, é porque tens interesse em ler o que escrevo... :)
Venho sugerir que leias e comentes (na caixa de comentários blogue em questão) o texto que escrevi para um Concurso Literário da Papel D'Arroz Editora.
A ideia será ler o texto "Mulher" e deixar então um comentário - poderá ser como anónimo, que será mais fácil caso não tenhas blogue. (Não te esqueças de assinar.)
Carrega no link para acederes:
http://editorapapel.blogspot.pt/2015/02/mulher-4-concurso-literario-papel.html
Agradeço muito a leitura, assim como o comentário.
Obrigada,
Eli Rodrigues
:)
quarta-feira, fevereiro 18, 2015
Sonhei que... #10
... estava grávida.
"Sonhar que você está grávida é o prelúdio de boas novidades na sua vida: novos projetos e conquistas, realização de sonhos e renovação de ideias, sendo um ótimo momento para colocar em prática velhos planos que estavam encostados, então aproveite o bom sinal."
Eli
"Sonhar que você está grávida é o prelúdio de boas novidades na sua vida: novos projetos e conquistas, realização de sonhos e renovação de ideias, sendo um ótimo momento para colocar em prática velhos planos que estavam encostados, então aproveite o bom sinal."
Eli
domingo, fevereiro 15, 2015
Final
Sei bem que a tua pressa é acontecer-te outra que não eu. Foi por isso que estagnei num papel qualquer e não te escrevi. Penso todos os dias em esquecer os teus cabelos, ou pelo menos a sua cor ou o possível toque que teriam entre os meus dedos. Que saudade que já tenho sem antes me ter despedido. Vou, sinto que tenho que ir, para longe, para não te ver todos os dias, nem que seja só para não ter que enfrentar o teu sorriso ou as possíveis palavras que me acordem por dentro. Ah... como preciso de suspirar mais e melhor sem ter medo. Palavras nefastas te escreveria, ao contrário da simpatia, sem qualquer poesia... Mas, por ti, enfrentaria o não... o que sempre quis, mas já não quero ter. Amigo, sim, sim, sempre foste e sempre me hás-de ser. Nada mais depois deste ponto final após uma história que foi tão, mas tão mal sonhada. Como te quis... tanto que não coube em mim a desgraça de nunca te vir a ter. Até nem parece meu, isto de te abandonar em branco, sem sequer uma imagem fotografada para memória futura. É quase mentira que eu tenha desistido. Quero tanto saber, sentir, morrer por dentro, para depois renascer. Não há vida nesta falaciosa forma de amar. Já nem apaixonada estou. Não posso, não me permito. Escrevo apenas uma prosa ajudada, porque preciso de ter algo mais que me faça renascer... a intensidade, por favor, descobre-me e diz-me! Arrebata as minhas lágrimas uma vez que seja, um sábado qualquer, numa simplicidade que nos conheces. Toca no mais profundo, adivinha e esclarece. Assim, deixarei de vez de dançar de manhã. Não quero mais isto. Não há nada para mim além do horizonte. Após a linha, só o pêndulo do tempo, no crepúsculo da aurora negra de alma que transparece à noite o que os dedos reprimiram.
Eli
Eli
sábado, janeiro 31, 2015
domingo, janeiro 04, 2015
Sonhei que ... #8
Ouvia o Z. a perguntar ou a falar sobre mim a uma amiga que não sei quem é. Houve toda uma situação. Havia paredes, era na Rua, quase muralhas... ele não me viu...
Eli
P. S. Na semana passada..
Eli
P. S. Na semana passada..
Sonhei que #7
... estava numa praia rochosa com o Z. e ele estava com calções e t-shirt azul ou cinzenta. Então, eu tocava-lhe na pele entre as duas peças.
Eli
P. S. Já há semanas.
Eli
P. S. Já há semanas.
terça-feira, dezembro 30, 2014
sábado, dezembro 27, 2014
Destrói
Quando te encontro, não páro nos teus cabelos, porque tu não reparas nos meus. Ainda te sinto hoje, agora, como se algum dia tivesses tocado na minha pele. Durante cinco dias soube que não me querias, mas só hoje me "caiu a ficha" dolorosamente. Como é triste admitir finalmente o chão e beijá-lo com as lágrimas do meu silêncio, porque nada mais te posso dar. Tu não queres. Estou certa disso. Desta vez fiz diferente e não matei à chegada, não aniquilei. Vivi sem sobeviver, mas agora custa-me tanto deixar-te para trás sem ter ouvido o teu não. Por que será que preciso tanto de algumas palavras?! Queria gritar o teu nome e escrevê-lo centenas de vezes como fazem as adolescentes em cadernos, mas redimi-me novamente, porque a redenção traz a bênção futura do desaparecimento. Não desisti, se me perguntasses, dir-te-ia que tu desististe antes de qualquer olhar. Ainda não sei como lidar com isto. Será - mais - uma luta diária. Mas, no final, poderia contar-te que consegui sonhar. Sim, houve sonhos como há muito não deixava acontecer. Merda do amor, da paixão, do encantamento, desta coisa que deixo que me invada, que me detém, mas ao fim ao cabo só me destrói.
Quantas vezes pensei que só queria trazer-te para casa e tomar conta de ti. Simples assim, mas nem imaginas como a simplicidade assusta e eu não sou tão bonita como as outras.
Eli
quinta-feira, dezembro 11, 2014
Anulação
E caminhava mais uma vez à minha frente, com um passo trôpego como se quisesse mostra-se debilitado. Jazia-lhe um poema na boca, mordiscando-me os lábios, como se de uma barba se tratasse. E, com suavidade se mostrou num tom que raramente lhe desconheço. "Homem", chamei. Será que ele entendeu que a profundidade que alcança com o seu caminhar é tão maior que uma bebida em mar alto, entre a morte de um olhar, onde me fico, onde me fixas.
A capacidade que tenho de me anular ainda me surpreende.
Eli
segunda-feira, novembro 24, 2014
Espirro
Enquanto decifro plantas que resistem à estação
de comboio, manifesto-me, ardentemente, atchim
Perco o Sul, sem café, sem resposta, sem angústia
Virgulando as vigarices que manipulo, tateando-o
Já não quero mais aquela resposta vibrante, não, não
quero simplesmente que a atitude me fique, exista
Os versos soam desencontrados, porque temerei sempre
Embora a cachaça me amordace a voz que soprarei.
Eli Rodrigues
Fotografia por Francisco Matos.
segunda-feira, novembro 10, 2014
Não acontece...
... o amor.
Para mim, não acontece. (Ponto!) Posso afirmar que me apaixonei mil vezes e apaixono-me centenas, qualquer dia passo para as dezenas até não restar mais unidades. Não vale a pena dissertar mais tinta sobre isto. Até posso criar, fantasiar, como tantas vezes fiz, mas certifico que o amor não é para mim. Eu concordo houve interesses de cá para lá e de lá para cá. Posso também assumir experiências... Mas, o amor não é para mim.
Eli
sexta-feira, outubro 17, 2014
Largar
Não quero estar sempre a largar as mãos.
Habituei-me a deixar os sonhos, como se eles se quisessem livrar de mim. Espirro-os como se fossem bactérias.
Eli
quinta-feira, outubro 02, 2014
quinta-feira, setembro 18, 2014
Lançamento I e Lançamento II (sábado)
Sábado pelas 15:00 h
(Campo Grande, 56, Lisboa)
Livro "Confissões"
Sábado 17:30
(Sana Malhoa Hotel em Lisboa)
Livro "Aquela Viagem"
Eli
P. S. Tenho uma pequena participação em ambos.
(Campo Grande, 56, Lisboa)
Livro "Confissões"
Sábado 17:30
(Sana Malhoa Hotel em Lisboa)
Livro "Aquela Viagem"
Eli
P. S. Tenho uma pequena participação em ambos.
domingo, setembro 14, 2014
Desaparecimento
Não
teria como o dizer, porque não teria outra palavra para começar que não fosse o
não. Mais futuro que que o meu próprio desaparecimento seria impossível. Não
haverá uma única palavra minha que não tenha escrito a vingar, porque de todos
as que as leram, assim as transformaram. E, quando nelas viram poesia, só
encontraram um forte rancor por não ter amado mais. Porque, a certa altura tive
que me conter para não chorar, para não sentir, para não sonhar. Não temos como
vivenciar um futuro sem olhar para o passado. Há um libertar em cada sonho que
não disponho mais. Tive que me permitir viver em paz. Mas, quando me deslizo
através de uma qualquer música intemporal, os meus dedos vibram por uma pele
que me deixe tatuar, porque gosto mesmo de ser gostada e de ser bem tratada.
Todos aqueles que quis entraram num tal espiral repentino de desaparecimento
que não ouso mais esconder. Haverá no futuro alguma explicação para aquilo que
não passei, não vivi, não escrevi?!
Eli
Rodrigues
quarta-feira, agosto 27, 2014
Sôfrego
Antes de me transformar em pedra,
Que as minhas palavras de sal
Desaguam no teu telhado
Espera, já sou uma rocha,
Porque me desejaste mal.
Que o teu sôfrego ser
Me desencante, acordado!
Eli
Que as minhas palavras de sal
Desaguam no teu telhado
Espera, já sou uma rocha,
Porque me desejaste mal.
Que o teu sôfrego ser
Me desencante, acordado!
Eli
quarta-feira, agosto 06, 2014
Depois do fim
Não sei por que não estás
Tal como desconheço
Outras (razões) do teu apreço
E talvez não desejes saber
Que te senti por hoje, sem querer
Palavras partidas do nefasto
De tanto te esquecer
Lá para os lados do estômago
Pontadas centenárias sem eu lembrar
Tidas em inconsciência
Sabes, meras ortografias
Em contas bravias
Onde marquei o sete, malvado também és
E serás como todas as ideias que carrego...
Na imaginação.
Eli
Tal como desconheço
Outras (razões) do teu apreço
E talvez não desejes saber
Que te senti por hoje, sem querer
Palavras partidas do nefasto
De tanto te esquecer
Lá para os lados do estômago
Pontadas centenárias sem eu lembrar
Tidas em inconsciência
Sabes, meras ortografias
Em contas bravias
Onde marquei o sete, malvado também és
E serás como todas as ideias que carrego...
Na imaginação.
Eli
segunda-feira, julho 21, 2014
domingo, julho 20, 2014
sexta-feira, julho 18, 2014
segunda-feira, julho 14, 2014
domingo, junho 29, 2014
quarta-feira, junho 18, 2014
Caem-me as palavras
Tenho tantas saudades de mim. Não sei bem quem é esta que não tem a mesma coragem, a mesma capacidade e até parte da auto-confiança se perdeu em algum lado. Gostava que danças com planos fizessem sentido. Gostava de poder construir com bases sólidas e sim que não fosse fácil, mas que mexesse com tudo de tão bom de tão cúmplice. Como anseio por aquele beijo prometido. Não estou mais em paz, nem deixarei de pensar em mim, de me anular. Não sei como é que o verão regressa e eu sem ter a sombra de uma cadeira colorida. Deixa-me que grite onde não há montanha nem mar.
Eli
Sonhei que... #6
... o vocalista daquela banda que vi no domingo ("União das Tribos") me mostrava uma carta que eu tinha escrito. Escrevi umas frases através do site www.obrigado.ctt.pt há alguns dias e enviei para pessoas que fazem parte da minha vida, a quem gosto de agradecer e de quem tinha a morada. Porém, eu não tinha a morada completa de um destinatário a quem queria enviar um Obrigada. Resolvi enviar mesmo assim. (Já que não se paga, não custa tentar.) No sonho, o Sérgio aparecia como mensageiro, tinha a carta com ele, mostrou-ma e disse-me que saberia como entregá-la, mesmo estando endereço insuficiente.
Eli
Dentre outros significados, sonhar com carta pode indicar que em breve você terá notícias de familiares ou amigos que você não vê há muito tempo. Fonte
Eli
Dentre outros significados, sonhar com carta pode indicar que em breve você terá notícias de familiares ou amigos que você não vê há muito tempo. Fonte
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