É uma patetice escrever sempre sobre a mesma coisa. É o que eu sinto por aqui. Sou assim mais ou menos uma estrada com uma vida mais ou menos interessante, mas sedenta de intensidade, de pessoas, de coisas minhas, cumplicidades e... depois, uma necessidade enorme de regressar ao meu espaço, só meu, só.
Acabo sempre por cair no mesmo erro de descrever mais ou menos (também) um momento vivido ou imaginado, porém, sempre inspirado. E sou assim, um pouco aos parágrafos ora loucos, ora desenxabidos, ora mórbidos, ora tão longe, mas tão longe...
E, de repente, um ente envia-me uma ex-música que eu associarei sempre ao "trilho secreto" e fico saudosa de um momento da minha vida, (um dos) em que fui amada... e sorri simplesmente por deixar acontecer.
Já não choro. Já não me apaixono.
Numa correria desenfreada de ir sempre em frente, abraçando e acenando aos que por mim passam... volto a escrever mais do mesmo.
Eli
























