Agora nem nómada, nem emigrante.
sábado, junho 03, 2006
Qualquer
quinta-feira, junho 01, 2006
segunda-feira, maio 29, 2006
Plim

Plim Plim Plim...
E a música de embalar bebés continua... plim. Era uma vez...
Num país pequenino, num espacinho que ninguém conhecia, uma alma de anjo saiu do corpo de um menino e veio adormecer junto à campa dos sonhos. Ali se deixou ficar...
"Aqui jaz, quem soube dar tudo e continuou a ser cada vez mais."
Não chores. Não circulaste com cuidado, mas viste a tua alma ir e deixaste, porque, em voos profundos quiseste não estar sem sentir, porque te entregaste ao cúmulo do monte quando tudo parecia uma só fantasia e... ama-te a cada sorriso que te dês, e devora-te em cada doença, pois é na cura que está o maior pedaço de terra. A doença é o mar, onde não podes viver com o que tens agora, mas apenas com o que és.
Um dia, criei um guia na mente e olhei-te sempre assim. Ouço-te a contar-me rasgos de orgulho, em que apenas vejo o brilho dos teus olhos... às vezes precisas de três rodas atrás, quando soluças e te sentes pequenino... sim, eu sei... mas, quero fazer o que tiver ao meu alcance e, neste momento, além de te abraçar, também te dou o meu colo, para que repouses... mesmo que não precises, mesmo que não seja o momento de desespero... mas já pensaste que também é difícil apoiar quando alguém está mesmo bem sem o puxarmos para o nível em que estamos. Quando estiveres lá em cima, puxar-te-ei mais para cima ainda! Sê sempre como és e serás cada vez mais feliz*.
Os abismos de cumplicidade são inspirações que se vêm sem olhar...
Eli
:)
P.S. * Frase escrita por mim há alguns anos. Foto foi tirada por mim...
sábado, maio 27, 2006
Companhias

2006.05.26
P.S. Foto tirada por Eli (às amigas).
quarta-feira, maio 24, 2006
Teu rosto

Em cima do sofá,
Com um lápis descalço,
Numas folhas brancas e perdidas,
Desenhei no teu rosto,
Um pedaço de serenidade e nervosismo...
Cada traço a preto, a cinza, a acabar, a ti
Revelavam muito... tanto.
Depois, o teu rosto era estranho
Mas... eu só te via a ti.
Então, risquei outro branco aos bocados
E... num poema ajudado
Senti os teus traços
Em palavras de desejo rasgado
De ternura
De anseio
De bravura
E... abraça-me com esse sorriso escondido...
Afaga-o nos meus cabelos...
Eli
:)
P.S. Desenho por Eli.
domingo, maio 21, 2006
Queria não sentir
Eli
:)
sexta-feira, maio 19, 2006
Pedaço de Sonho
:)
P.S. Fotografia por Eli (Lagoa das Patas - Ilha Terceira).
Todos os escritos publicados aqui são da minha autoria, excepto os devidamente assinalados como citações.
terça-feira, maio 16, 2006
Regressos

Não me tenho atirado por abismos
Não tenho recorrido aos nervos para me vestir
Pois a ansiedade esteve dentro de mim
E o negro foi morar num barco a partir
.
Vou pôr a música alta e gritar como quem sente
Vou subir montanhas e não me afectar pela altitude
Quero que desças cá abaixo e me olhes de frente
Sem esperar que esperes de mim, magnitude.
Eli
:)
segunda-feira, maio 08, 2006
Queres?

Eu queria que esperasses por mim
Ansiosamente
Com quem conta os minutos
De um relógio teimoso
Eu queria que sentisses na barriga
Esta impressão de querer
Subtilmente
Passar os dedos pela pele...
Eu queria ouvir passos
E ao virar da esquina
Ver-te a ti
E não à imaginação
... dos teus olhos.
Quero que as tabelas das possibilidades
Não se rejam pela maltratada razão
Quero que gráficos de barras
Sejam baixos em estatísticas de desilusão
Às vezes queria que apenas me fosse gritado um “não”
Em vez de sempre mo sussurrarem
Sem saber ou não...
Mas sei.
23:19 Açores
quinta-feira, maio 04, 2006
Pensar
terça-feira, maio 02, 2006
Azul
Não é amor... não é beleza, não é atracção, não é sonho, não é pesadelo, não é um só sentir, não é apenas um pensar... É um abraço que sinto envolver-me cada vez que nos perdemos em estórias... é tudo o que tenho...
Não és um segredo... és um mistério além do tempo e do espaço e... quando me “namoriscas” eu observo-te com um sorriso penetrante que te invade as tuas regras, sentes saudade e queres logo abraçar-me. És estórias repletas de ternura e apetece-me mimar-te assim.
Eli
O fundo azul

Quantas vezes me perco em pensamentos e me lembro de ti e sobre o que me dizes, de como me fazes sentir... No entanto, depois lembro-me de como já me apeguei às pessoas tantas vezes e passei maus bocados devido à minha espectativa... no entanto, da outra parte haverá sempre alguma, que eu, com a minha frieza prezo em dissipar tantas vezes.
Eli
:)
sábado, abril 29, 2006
Mais!

Mais do que um simples toque...
É o sorriso que trazes pela manhã
É a dentada, o olhar e o toque
Que dás nu, numa maçã...
Cores?! Aquelas cores. Nada de paletas.
Talvez o rosa, o qual nem gosto nada
Mas, mais do que estúpidas ilusões ou tretas
Temos as frases sussurradas pela madrugada!
Apenas mais uma quadra neste manto negro
No qual me deito e deleito outra vez
Numa envolvência só minha, que ergo
Estro, eminência, sensatez...
... À inteligência que me consome
... Às palavras timbradas e tolerantes
... Ao momento de soletrar o teu nome
... Aos tentadores e consentidos beijos sufocantes.
Eli
:)
quinta-feira, abril 27, 2006
Abraço!

A minha face destapa-se a cada olhar
A cada um dos teus sorrisos de alma
De cada palavra proferida a pensar
Em mim agitada, serena e calma
Conheces-me assim... num soluçar
De palavras subjacentes ao mimo
És especial, vieste para ficar.
A tua voz sussurrante serena a minha
Num azul de mar que verás comigo
Tal como te pedi em horas tardias
Dás-me a tua mão, meu amigo...
Talvez tua mão não chegue...
E num abraço
Mataremos o tempo e o espaço.
Mais?!
Isso Agora... :)
Eli
:)
P.S. Todas as imagens deste blog, sem identificação, foram retiradas da internet, cujo endereço não possuo.
segunda-feira, abril 24, 2006
Nevoeiro...
O nevoeiro é um ponto
De umas reticências entregues nos meus dedos
Em palavras encontradas
Numa alternância significativa
Entre dúvidas capazes
Entre tomadas de mãos que se partilham
O nevoeiro está denso
Assim... prossigo na obscuridade
Apenas caminho, calma, cúmplice
Aguentando... esses remos que me querem levar
Mas vou... onde só vai...
..."quem não tem medo de naufragar"...
Eli
:)
quinta-feira, abril 20, 2006
Tempo no Espaço

Encontro-me no meio do tempo
Em que escrevo palavras à deriva
Dantes escrevia quando precisava
Agora, neste espaço, a alma está viva
Sempre que me deixo levar
Por músicas
Por cordas de embalar
Por mim,
... pelos que me podem tocar
Podem ser de aço
Ter força para segurar
Poderão permanecer cá em baixo
Sem força para me levantar...
Mas, tanta meditação
Acabará por nunca decifrar
Moedas em espaços
Que não posso pagar
Sou uma meta ultrapassada
... à morada que encontrar
Tenho umas linhas de chegada
Que me podem enforcar!
Trato-me com arrogância
Tantas vezes, só para não acreditar...
Em que, cada palavra, a inteligência
Permanece em gestos, impulsos e no não esperar.
Dantes, desesperada,
Apenas explodia poesia
Em dias de desânimo, paixão, tristeza, cobardia...
Aqui posso permanecer parada.
...
Aqui, soube manter-me, achar-me, desejar-me...
Adoro o feedback... Obrigada.
Em cada vislumbrar de gotas, vou saciar-me.
Pois, só assim consigo sobreviver
Não me deleito apenas em papel e velas arder
Mas preciso, anseio e contorno sempre sentir
Para, em passagens paralelas, conseguir
Este olhar (expressivo e desconfiado) manter
Num triste, mas doce caminhar
Sob bandas sonoras de um sonhar...
Eli
:)
Este Espaço faz um ano dia 20 de Abril de 2006.
terça-feira, abril 18, 2006
Dualidade

Capacidade de sonhar com montanhas cada vez mais altas
Deixar-me levar pelas marés com nomes de meses quentes
Sou pertence desconhecida de conhecidos que são
Apenas energia... mesmo quando na presença me faltas
Mesmo quando tudo é um perpetuar de mentes
Um olhar transversal desvenda partes da minha razão
Não...
Subir à montanha mais alta e procurar respostas.
Ando perdida e não quero ser achada
Cada pista que deixei atrás das costas
...foi por mim apagada.
Apenas me quero e à consciência
Que me liberte para... simplesmente...
Consumir-me
Respirar-me
...
Sem precisar de clemência
Sem matar meu lado exigente.
Eli
sexta-feira, abril 07, 2006
segunda-feira, abril 03, 2006
Lugar de sempre...
Resumidamente...
Parece tão pouco tempo aquele que já circulei
Já me prostrei,
Me esqueci e... efectivamente
Me lembrei...
Quando olho para aquele lugar
Não vejo sempre o mesmo espaço
Nem o mesmo céu
Nem o mesmo encanto do desejar
Nem me puxo pelo braço
Nem sequer sonhei que fosses meu
Trago fantasmas em passados
Pouco lembrados e nada esquecidos
Mas, pediste-me de olhos arregalados
Que te levasse até aos gemidos
De choro, de impaciências,
De acreditar
E de sorridentes crenças
Levo-te ao meu mar
Porque assim o desejaste.
E...
Não quero ir sozinho...
Sabes os versos que cantaste
Anseio ouvi-los de mansinho...
Eli
:)
sexta-feira, março 31, 2006
Ergue-te
E... no tombar dos sinosBadaladas serei
E... ao chegar o fim,
Silêncios romperei
Não me fui embora,
Ainda.
Não me deixaste
Numa das pressões do fantasmagórico cenário
Fingi-me bela... alma poderosa
No chão te prostraste
Abusando do abecedário
Para que a poesia moribunda e manhosa
Me obrigasse a ver cor
Andando em círculos...
À volta de
"não"
Apenas esse tambor
Tocaria vezes sem fim
Para eu acreditar na recusa do Amor
O que um anjo deleita
Sofre, mas rejeita.
Sabes da tua alma feminina... de amigo...
Sei eu, mas não conto, nem a ti
Pois, esse caminho que faço contigo
Escolheste caminhar sozinho
Quando as lágrimas o forem
...essas que não vês, sente-las.
Quando me deixares cartas embalsamadas...
Saberás, no sentir, que a entrega pode ser maior
Mesmo não engendrada nome do Amor.
Eli
:)
terça-feira, março 28, 2006
O Vulcão

Era uma vez um Vulcão. Um dia entrou em erupção, explodiu força e fogo, cuspiu rochas negras e frias, quentes e fortes e foi feliz assim. Um dia, deixou-se ficar, ficar, ficar e, quando deu conta, já estava a dormir. As ervas, daninhas e felizes, cresciam à sua volta, dentro de si e... a pouco e pouco foi-se transformando numa montanha de pedras e de vegetação verde viçosa e... pedras. Ora, o Vulcão, mesmo adormecido, achou que aquilo não era vida, mas não tinha força para rebentar again. Estava demasiado frio... Ele morava numa ilha. A Terceira a contar do Sol. Passaram-se muitos anos, até que um dia resolveu que aquilo não poderia continuar assim. Só ficava e pensava. Só estava em paz e nada fazia... Não sabia como rebentar... Pensou, pensou, pensou até que começou a deitar fumo. Deu-lhe uma enorme vontade de sorrir e a alegria fê-lo acreditar que voltaria a ter a força de verdadeiro Vulcão. Ele inquietou-se, pois só deitava fumo durante semanas... Cheirava a enxofre à sua volta, mas... nada de magma... apenas rochas negras do passado. Foi-se deixando ficar, onde estava e achou que nunca conseguiria sair dali... perdeu o ânimo e ficou-se pelas reticências da beleza, das aparências de paisagem e todos se esqueceram da força que outrora fora. Apenas admiravam a sua aparência...
Eli
:)
sábado, março 25, 2006
PeixeS
quarta-feira, março 22, 2006
...Deslizo
Entro em transes absurdos
E sussurro um sorriso
Viajo como palavras em filmes
E gosto do cinema em série
Voo um pouco, flutuo
Vejo-me em câmaras escondidas
Em corações enclausurados
Em cobiças escondidas
Intuitos calados
Por mordaças invisíveis,
Transparecendo o que não foi
O que não fui, o que não foste,
O que sou e não
Deixei de ser
...
Volto-me, afável e viro cada página ateando fogos
Com uma sede de viver absoluta de águas frias
E os verdadeiros homens não são iguais
Apenas os sintomas são análogos
De mortes e magias
Demais...
...
Deixei de ser
O que não sou e não
O que não fui, o que não foste,
Transparecendo o que não foi
Por mordaças invisíveis,
Intuitos calados
Em cobiças escondidas
Vejo-me em câmaras escondidas
Em corações enclausurados
Voo um pouco, flutuo
E gosto do cinema em série
Viajo como palavras em filmes
E sussurro um sorriso
Entro em transes absurdos
Profundamente, deslizo...
Eli
:)
segunda-feira, março 20, 2006
Criador
Ora, nem sei falar sobre quem cria, sobre quem proteje, sobre quem exercita, sobre quem elege... mas sei falar de mim. Não criei ninguém. As minhas ideias são de outros que não foram escritas deste modo e ser original era inventar palavras com as letras que alguém inventou através de alguém que já tenha criado material para isso... afinal, nós somos todos um, não devemos isso, mas... e, com o mínimo de inteligência, damos conta que algo novo feito por nós, precisa de outrem, pois, por mais individualista que eu seja, nunca faço mesmo nada sozinha... é impossível, pois utilizo tecnologia que outro inventou, uso palavras que aprendi... Eli
:)
quinta-feira, março 16, 2006
Distância profunda (again)

Copiar sentimentos em câmaras escuras
É coisa que desconheço de ti
Saberes o que pensas e o escreves
É um mal de muitas curas
Rebentar com o óbvio ocupacional
De tréguas quotidianas escolhidas
É ser e não ser ao mesmo tempo
A forma de viver este tão imenso mal
Danças de roda que não existem
E romances nunca mais escolhidos
Capacidade de viver assim
Ao som dos teus e dos nossos ouvidos
Capacidade de se divertir com tão pouco
Conseguir rir e fazer rir
Numa tristeza nunca mais imaginada
És aquilo que conseguir
Em palavras descansadas da solidão
Soletras nomes e a saudade
De alguém que nunca se teve no coração
Mas que rasgou a amizade...
Porque sim. Apeteceu-me. Existem tantas sensações que voltam... palavras que possuem tempos e... as pessoas mudam, mas as almas são tão...
Eli
:)
P.S. Editado a 2005.05.29 neste blog.
terça-feira, março 14, 2006
CARPE DIEM

Até parece te te importa
Ó tu que me lês diariamente
Que me consegues conter nas veias
E decifrar os centímetros da minha alma
Sou feita de uma espírito sem continuação
Apenas início e fim,
Com sua existência própria e determinação
Daquilo que sou... rasgos de mim.
Que mais importa?!
Ao "Eu"... mortalhas acendidas na vitória?!
Não, isso não.
Basto "Eu" que me deleito na memória
Aprisionada num corpo
Quarto de século
Peixes de natureza incessante
Neste contínuo rebolar... neste espaço
Onde palavras brilham em olhos de fé
Onde sou nuvem em tempestade
Nunca me senti bebé
Nem bebi das águas da saudade
Mas, hoje, rendo-me à evidência ambígua
Plena de beijos profundos
Onde me abraçam almas vindouras
E... benvindos aos meus mundos
Escrevo para vós que me comentam
Que me registam uns olhares no livro
Que deixei aberto
E assim permanecerá, por certo.
Hoje é noite de festejar o meu sorriso
É padecer de palavras próprias
É revelar de mim o que for preciso
E... sentir cada segundo.
CARPE DIEM
Nesta vida e em todas as outras...
Eli...
:)
Post Scriptum: Mesmo correndo o risco de perder visitas, resolvi publicar uma foto do meu aspecto parcial físico... Há coisas que só mesmo no dia do aniversário... (lol)
:)
domingo, março 12, 2006
Rain

Os meus passos eram breves. Caminhava nessas calçadas incertas das ruas já tão calcadas, escuras, talvez perigosas... mas eu, prosseguia. Sentia no meu corpo a energia da alma e esvoaçava através da mente, para um lugar, onde as minhas garras não conseguiriam chegar. O mar à volta não era visível, mas a humidade transborda a cada respirar. Debaixo do guarda-chuva, um homem olhou-me, sorrateiramente, mas não era ele que eu queria ver. Caminhou à minha frente e eu ignorei-o. Eu. Aparentemente só, quis que a chuva me enterrasse na sua existência. Cada som de cada gota, substituía o som do mar que não ouço. Cada narina inalava os cheiros de uma cidade velha e minha. Sempre. Até que, um dia, acabe. De soslaio, roupas velhas dão vida aos hábitos de sentir e, com pesar, retorno às palavras fugidias... entregando-me em braços aos que me vêm visitar... este espaço tornou-se parte de mim e a decadência não há-de culminar. Os olhos de quem me vê como sou, farão sempre parte do meu olhar... Gosto do desconhecido, do mistério, mas "a minha inteligência dá cabo de mim". São sonhos. Nunca pesadelos, mas... não posso ignorar a sua natureza. Dou à lógica de beber e ela sacia-se no alimento da razão, porque a minha alma sente-se completa, só, e banha-se na ausência.
quinta-feira, março 09, 2006
Eu
Na jangada deixei-me ir... largada. Em cada pedaço de mim, senti os remos que me fariam lutar, mas nada... nadei?!Os sons da minha escrita rimavam como poesias cerebrais, como a inspiração que já não tenho, mas terei.Até as palavras me faltam e essa escassez me faz nutrir um sentimento de profundo desejar de solidão, que sempre gostei.Simplesmente ficar... assim.Fechar os olhos. Não sinto ansiedade, não me sinto elevar, mas senti este dia simpático que o meu interior aceitou. De volta, o mesmo Eu. Aquela mulher, menina, humana... sou Eu outra vez que escrevo aqui. De resto, não há lágrimas, não há êxtase, não há sonho, nem flutuar com a espectativa.São coros de vozes que me trazem a vontade de voltar a ser Eu, saindo um pouco da Eli...Sei que "posso sempre recomeçar" e que me identificarei sempre com estas emoções que me fazem vibrar.Hoje, alguém que está longe de todas estas palavras deste espaço, enviou-me um postal que dizia(diz):"Nunca nos desesperaremos em busca de Amor ou de Compreensão se tivermos um Amigo."E, nestas palavras, vi e revi-me como o Eu que reconheço lá fora deste espaço. Acertou naquilo que mais sou. Minha personalidade exposta e eu sorrio, porque sou naturalmente assim.Eli
:)(Na imagem não sou eu.)
segunda-feira, março 06, 2006
Chama
sábado, março 04, 2006
Desisto?!
Passos e olhos.
Podemos mudar, mas podemos desistir?
Escrevo sempre à noite...
Numa luz
Ténue, que não me guia,
Apenas seduz...
Horror!... Eu... a escrever de dia!
Mordo com bicadas a minha imaginação...
Idealizo um chão frio que me possa arrefecer o coração.
Ando assim...
Será que desisto
Será que insisto?
Que queres afinal?
Envolveste-me numa teia fatal...
Quero-te saciar os desejos incólumes
Sugar-te a parte mais à deriva da alma
Transmitir-te a minha tempestade calma
Alada de rastejantes
Suprimida pela dor
Perder-me em abismos
Como o do ....
Eli
:)
Já viste onde assentam as pedras com as quais edificaste o chão?
Desistir? Eu não.














